'O Flamengo é uma grande equipe', afirma Ramiro

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O clima no Grêmio é de tensão. O Tricolor ajusta os últimos detalhes para o duelo contra o Flamengo pela Copa do Brasil e o meia Ramiro, um dos principais jogadores do time, já projeta uma maneira de parar o ataque e furar a defesa do rival.

“Acho que é uma equipe muito equilibrada, tem uma boa defesa, um bom meio-campo, um bom ataque. Temos que estudar e procurar vazar da melhor maneira, de forma inteligente, porque eles têm uma ataque muito rápido e letal. Temos que ter muita cautela, fazer um jogo inteligente, não fugir da nossa característica. Vai ser um jogo bem jogado, com duas equipes que buscam o gol do início ao fim. Esperamos sair com um resultado a favor”, afirmou.

Na conversa com a imprensa, o meio-campista também valorizou o conjunto Rubro-Negro, que recentemente fechou com Vitinho e chega embalado para o confronto.

“A gente tem que se preocupar com o Flamengo no geral, não só com um jogador. Conhecemos bem o Vitinho por ele ter jogado no Inter, conhecemos as qualidades dele, a forma como ele joga, agressivo, buscando sempre o gol. Mas o Flamengo tem uma grande equipe e não é apenas um jogador”, avaliou.

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Grêmio e Flamengo se enfrentam a partir das 21h45 (horário de Brasília), na Arena, em Porto Alegre.

مجموعة الزمالك | فيديو.. المريخ السوداني يُنعش آماله بفوز مُثير على شباب بلوزداد بدوري أبطال إفريقيا

نجح فريق المريخ السوداني في تحقيق فوز مثير على نظيره شباب بلوزداد الجزائري، في المباراة التي جمعتهما اليوم الجمعة، ضمن منافسات بطولة دوري أبطال إفريقيا.

والتقى الفريقان على أرضية ملعب “شهداء بنينا”، وفاز المريخ بهدف دون رد على الضيوف، في الجولة الثالثة من دور مجموعات البطولة القارية.

وسجل البرازيلي باولو ديسوزا هدف المريخ في الدقيقة 32 من الشوط الأول، عن طريق ركلة جزاء سددها على يسار حارس مرمى شباب بلوزداد الجزائري.

ويتواجد المريخ السوداني وشباب بلوزداد في المجموعة الرابعة والتي تضم أيضًا كل من الزمالك والترجي التونسي.

وأنعش المريخ آماله في التأهل إلى دور ربع النهائي، بعد وصوله للنقطة 4 ليرتقي إلى وصافة ترتيب المجموعة.

طالع أيضًا | ترتيب مجموعة الزمالك في دوري أبطال إفريقيا بعد فوز المريخ على شباب بلوزداد

وكان المريخ قد خسر في الجولة الأولى أمام الترجي التونسي بهدف دون رد، ثم تعادل مع الزمالك سلبيًا في الجولة الثانية.

وعلى الجانب الآخر، فاز شباب بلوزداد على الزمالك في الجولة الأولى بهدف نظيف على ملعب استاد القاهرة، ثم خسر من الترجي التونسي بنفس النتيجة في المباراة التالية.

ومن المقرر أن يلتقي الزمالك مع الترجي التونسي، غدًا السبت، على ملعب حمادي العقربي برادس معقل الأخير، في إطار منافسات الجولة ذاتها. هدف فوز المريخ على شباب بلوزداد الجزائري في دوري أبطال إفريقيا

Jefferson visita elenco a pedido do Botafogo: 'Liderança incontestável'

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Ainda de repouso e sem previsão para retornar aos gramados, Jefferson foi ao Nilton Santos nesta sexta-feira e passou a manhã com os companheiros de Botafogo. Cabe destacar que o goleiropassou por uma revisão médica recente, quando ficou ciente de que teria que seguir utilizando o colete cervical.

E a presença de Jefferson se deu através de um convite da comissão técnica do Alvinegro. Na entrevista coletiva pós-treino, Zé Ricardo, às vésperas de estrear pelo clube, contra o Paraná, destacou a importância da liderança do ídolo.

– Convidamos para ele (Jefferson) vir, ele já podia e eu fiz questão de conhecê-lo pessoalmente. Eu transmiti muita alegria, esperança, eu falei que ele era importante, uma liderança incontestável. Pedi que continue nos ajudando, mesmo fora das quatro linhas – contou Zé.

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Lesionado desde a partida contra o Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro, no dia 21 de julho, Jefferson passará por reavaliação médica no início da próxima semana, segundo informado pelo próprio Botafogo.Ainda será necessário que o arqueiro utilize o colete por 20 dias, aproximadamente.

Como Gatito Fernández ainda está em processo de recuperação e seguirá de fora, Saulo seguirá entre os titulares do Botafogo. O próximo jogo do jovem será diante do Paraná, neste domingo, às 11h, pelo Campeonato Brasileiro.

Sutherland mulling longer Twenty20 series

Cricket Australia’s chief executive James Sutherland has raised the prospect of playing longer Twenty20 series in future after 59,659 spectators turned out to watch Australia’s victory over India at Stadium Australia on Wednesday

Brydon Coverdale02-Feb-2012

A record crowd for an international match in Sydney turned up at Stadium Australia for the first Australia-India T20I•Getty Images

Cricket Australia’s chief executive James Sutherland has raised the prospect of playing longer Twenty20 series in future after 59,659 spectators turned out to watch Australia’s victory over India at Stadium Australia on Wednesday. It was a record crowd for an international cricket match in Sydney, beating the SCG’s best of 58,446, set in 1928.The second and final match in the series could also draw an enormous crowd, at the MCG on Friday night, and the two games follow on from the success of the inaugural Big Bash League. But then the schedule features a near five-week triangular one-day series, and the chances of drawing such large crowds at a drawn-out ODI competition are slim.”I’m a little bit troubled by the fact we play a two-match Twenty20 series. It doesn’t quite make sense,” Sutherland told . “I’d like to think that down the track we could change that. It’s something that we’ll certainly look at. We’re not looking to play more international cricket, so there will be a reduction in other forms and that won’t be Test cricket.”That would mean a slashing of the one-day international calendar, which has effectively happened in the past few seasons with bilateral contests replacing the tri-series until it was reintroduced this summer. Only once has there been a bilateral Twenty20 series of more than two games, when New Zealand hosted Pakistan in 2010-11.But the format’s popularity is undeniable. David Hussey, who played in front of the record Sydney crowd on Wednesday night, said he would like to see Twenty20 international series played across more games, and he suggested that the tri-series format could easily be transferred from one-day internationals to Twenty20s.”I think Twenty20 is one of the future formats of the game that can go a long way,” Hussey said. “Maybe a triangular series that involves Sri Lanka and you could go right around the country. You’ve seen the success of the KFC Big Bash this season domestically, everybody in Australia loves the competition and wants more of it. Maybe that’s a step in the right direction.”Sutherland has in the past spoken of the possibility of Australia having an entirely separate Twenty20 team with no crossover to the Test side, so they could even be playing simultaneously. That vision could be getting closer, with David Warner the only current Test player who also represented Australia in Wednesday’s Twenty20.

تشكيل آرسنال أمام إيفرتون في الدوري الإنجليزي

أعلن المدير الفني لفريق آرسنال، مايكل أرتيتا، التشكيل الأساسي لمواجهة إيفرتون مساء اليوم في بطولة الدوري الإنجليزي الممتاز.

ويستضيف ملعب “الإمارات” مباراة الفريقين، المؤجلة من الجولة السابعة من الدوري الإنجليزي.

اقرأ أيضًا | ترتيب الدوري الإنجليزي بعد نهاية الجولة 25

وفاز إيفرتون في مباراة الذهاب، على آرسنال بهدف دون رد على ملعب “جوديسون بارك”.

ويمتلك آرسنال 57 نقطة في المركز الأول، بفارق نقطتين فقط عن مانشستر سيتي صاحب المركز الثاني، في حين يحتل إيفرتون المركز الثامن عشر برصيد 21 نقطة. تشكيل آرسنال اليوم أمام إيفرتون

حراسة المرمى: رامسديل.

خط الدفاع: زينشينكو، جابرييل سانتوس، صاليبا، بن وايت.

خط الوسط: جرانيت تشاكا، جورجينيو، مارتن أوديجارد.

خط الهجوم: جابرييل مارتينيلي، لياندرو تروسارد، بوكايو ساكا.

Henrique cobra melhora do Vasco: 'Devemos dar resposta ao torcedor'

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De volta ao time titular do Vasco para o jogo desta quinta-feira, diante do Atlético-MG, após lesão de Ramon, o lateral-esquerdo Henrique sabe da responsabilidade que tem pela frente. Em entrevista coletiva antes do treino desta quarta no CT do Almirante, a cria das categorias de base do Cruz-Maltino falou sobre as expectativas para o duelo diante dos mineiros pelo Campeonato Brasileiro, destacando que é preciso dar uma resposta aos vascaínos.

– Precisamos dar uma resposta ao torcedor, crescer no campeonato, o Vasco merece isso. Já passei por diversos momentos aqui dentro e sei que precisamos melhorar nesse momento. Estamos nos cobrando bastante para isso. O trabalho está sendo feito e precisamos acreditar nele, pois sabemos da nossa qualidade e onde podemos chegar – afirmou Henrique ao ser questionado pelos jornalistas antes de completar:

– É necessário pontuar, independentemente do lugar de realização da partida, mas dentro de casa não podemos deixar de conquistar três pontos, até porque iremos enfrentar times de muita qualidade fora de casa e a dificuldade será maior. Temos dois jogos a menos, mas não podemos tê-los como carta na manga. São duas partidas contra adversários diretos e não teremos facilidade.

Henrique aproveitou para relembrar o último encontro com o Atlético-MG, realizado em abril deste ano, no Complexo Esportivo de São Januário. Na oportunidade, o triunfo foi vascaíno pelo placar de 2 a 1, com gols de Wagner e Yago Pikachu – que serão titulares nesta quinta. No ano passado, quando pela última vez teve o encontro no palco mineiro, o Cruz-Maltino também levou a melhor e venceu pelo mesmo placar com atuação impecável de Paulinho.

– Na partida do primeiro turno, estávamos numa situação completamente diferente. Jogamos em cima deles o tempo todo e conseguimos o resultado com um gol no final da partida. O Atlético é uma equipe muito qualificada, com muitos pontos fortes, então precisamos jogar com inteligência e sabedoria para sairmos de lá com um grande resultado – finalizou o jogador do Vasco.

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'Indians weren't really interested in Test cricket' – Greg Chappell

Greg Chappell, India’s former coach, has said that India “weren’t really in Test cricket” on their tour to Australia, and that “Test cricket is pretty tough for them”

Sidharth Monga in Adelaide07-Mar-2012

Greg Chappell: “The culture of India is such that, if you put your head above the parapet someone will shoot it”•AFP

Greg Chappell, India’s former coach, has said that India “weren’t really interested in Test cricket” on their tour to Australia, and that “Test cricket is pretty tough for them”. Chappell was speaking at a promotional event for his book, , at Adelaide Writers Week. It was an interaction full of endearing anecdotes about his playing days until a member of the audience – which might have been close to 200-strong – asked him about India’s apparent disinterest in Test cricket, and how it might adversely affect Test cricket overall, considering how the BCCI controls cricket today.”It was obvious from the start of the tour that the Indians weren’t really interested in Test cricket,” Chappell said. “After the Australians showed that they were going to be a formidable foe, I was very disappointed with the Indians. And having worked with many of them and having been in the dressing room with them, Test cricket was too hard for most of them. They can only make a lot of money playing 20-over cricket. Fifty-over cricket they can sort of put up with.”Test cricket for a lot of, not only India, a lot of subcontinent teams, I think it’s pretty tough. And the challenge for Test cricket is, without the sort of grounding that we [Australians] had as kids, Test cricket is too hard. It’s very demanding mentally, physically and emotionally.”Malcolm Knox, Chappell’s co-writer, then brought the discussion back to the book, and pointed out how Chappell had marked out Virender Sehwag’s fitness and attitude and Zaheer Khan’s fitness as key issues for India. “You can throw in attitude for Zaheer as well,” Chappell interjected.Chappell then spoke about what was wrong with the Indian culture. “The culture is very different, it’s not a team culture,” Chappell said. “They lack leaders in the team because they are not trained to be leaders. From an early age, their parents make all the decisions, their schoolteachers make their decisions, their cricket coaches make the decisions.”The culture of India is such that, if you put your head above the parapet someone will shoot it. Knock your head off. So they learn to keep their head down and not take responsibility. The Poms (British) taught them really well to keep their head down. For if someone was deemed to be responsible, they’d get punished. So the Indians have learned to avoid responsibility. So before taking responsibility for any decisions, they prefer not to.”Chappell said MS Dhoni the Indian captain, was one exception to that rule, but even he seems to have lost to the system. When asked if any Indian captain, when on 329 not out himself, would have declared the innings, Chappell said: “If MS Dhoni would have ever got to 329 in a Test match, he probably would. Look, Dhoni is one of the most impressive young men that I have ever worked with. When he came into that Indian team, you just knew that he was a leader in the making. He was definitely someone who could make decisions, and he didn’t mind putting his head above the parapet, and didn’t mind putting the bigger players in their place. I think he is the best thing to have happened to Indian cricket in recent times.”But looking at him on this tour – I didn’t meet or speak to him at all – but just watching the body language and just watching him on the field, it wasn’t the MS Dhoni that I knew. I think Indian cricket has worn him down as well. Especially captaining all three formats, and India plays about 50% more cricket than Australia does. And Dhoni played four years, captaining three years while being wicketkeeper and their key batsman – one of the best chasers of a target that I’ve ever seen. Very confident, very un-Indian in that regard. There was no false modesty about him. If he thought he could do something, he would take responsibility and say ‘I can do that.'”Chappell also felt Sehwag’s captaincy ambition hurt the Indian team. “Sehwag thought he should be captain after [Anil] Kumble, so there is a bit of a collision there,” he said. “I think Dhoni is getting to a point where Test cricket is getting too hard for him, and the undercurrent around the dressing room cannot help.”Chappell said that Test cricket needed a strong India. “I think Australia and England will always look at Test cricket and try and preserve it,” Chappell said. “South Africa to a lesser degree. Up until this summer I thought India as well. We probably had four major Test-playing countries, and the others would play Test cricket spasmodically.”Because firstly most countries haven’t got the critical mass of players to develop Test cricketers and most of them don’t have the money. Cricket Australia probably spends in excess of 20 million dollars a year in development programmes, which includes first-class cricket – huge investment to develop a Test team. I am not sure many other countries have the will to do that. If the financial circumstances change for Australian cricket, it will be very tough for Australian cricket too.”If of the three formats, one of them is under pressure, it’s Test cricket. In ten years’ time, it might look very different from the way it looks today. And for those who have grown up with Test cricket and hold it in high stead, we are going to probably be a little bit disappointed with the way it goes in the next few years.”Edited by Kanishkaa Balachandran

England batting 'a sin' says Trott

Jonathan Trott has described England’s batting in the Galle Test as “a sin” but struggled to pin down reasons for the slump

Andrew McGlashan in Colombo01-Apr-2012

Jonathan Trott finally scored England’s first Test hundred of the year but it wasn’t enough•AFP

Jonathan Trott has described England’s batting during the first innings in the Galle Test as “a sin” but has struggled to pin down a reason why a batting line-up that was so prolific only a few months ago is now consistently faltering.England, who must now win in Colombo to draw the series, were bowled out for 192 in 46.4 overs to concede a crucial first-innings advantage of 125 to Sri Lanka as their batting failed for the fourth time in a row.Criticised for being too defensive at times during the series against Pakistan in the UAE, this time the strokes of some England batsmen in Galle bordered on the reckless as they continued to struggle to find a suitable tempo for batting in Asia.It has been a rapid fall from grace for a batting line-up that had become accustomed to making 500-plus regularly while the individual batsmen were gaining a reputation for the ‘daddy’ hundreds that Graham Gooch used to have cause to talk about. From the start of the 2010-11 Ashes to end of the home series against India last summer they had scored six double hundreds and another four scores in excess of 150.By comparison in 2012, Trott’s 112 in the second innings in Galle was England’s first hundred of the year. “We’ve lost a lot of wickets in clusters,” Trott said. “In the past if we’ve lost two early wickets then guys have been able to steady the ship and we’ve been able to get through sessions pretty unscathed.”But we’ve had bad sessions with the bat and getting bowled out in 40-odd overs was a bit of a sin. The wicket was pretty good and we should have capitalised. It’s no lack of effort on any par, it just hasn’t worked out for us.”Defeat meant that Trott was not able to savour his hundred – one of the finest of his career – despite him showing England that run-scoring was possible with patience and shrewd shot selection.”To get a hundred is satisfying, but to get one and win always makes it sweeter,” he said. “I was pleased by how I felt, I wasn’t all that tired at the end of the innings, I just wish I could have batted a bit more. If I’d have got 140, 150 who knows what might have happened.”And, according to Trott, there was no magic formula to his success. “I just played normally. I didn’t try going in with any pre-conceived conceptions. I had a bit of luck early on and rode it. You certainly need a bit of luck in these conditions with a lot of catchers round the bat… you need the ball to bounce in the right areas.”Trott also took a swipe at the media for, as he saw it, fuelling an unnecessary debate about Andrew Strauss’ position in the team. Strauss has averaged 25.50 since the start of the previous home season and has just two hundreds since July 2009.”When someone is not scoring as may runs as they would like or expect of themselves it is highlighted by you guys [the media]. I’m sure it will have a similar impact as it did when Alastair Cook came through his little slump. I’m surprised you guys haven’t learned from that.”Steven Finn, Strauss’ Middlesex teammate, hoping for a place in England’s attack in the second Test, was equally supportive on BBC Radio 5 Live’s Sportsweek programme.”I don’t think there’s any question that he won’t be in charge throughout the summer and beyond,” he said. “He’s a great captain, everyone here’s backing him and this is something that just hasn’t come up within the team because no one in the team believes it’s valid. Straussy will score runs and that’s that.””Straussy leads from the front. He’s an exceptional leader, he’s a levelling person. When we have our highs we don’t ride them too high and when we have our lows we don’t ride them too low. And that’s what a great captain does, I think.”

مواعيد مباريات اليوم الخميس 9-3-2023 والقنوات الناقلة.. النصر يواجه اتحاد جدة ولقاءات قوية في الدوري الأوروبي

يشهد اليوم الخميس 9-3-2023 إقامة العديد من المباريات في مختلف البطولات على مستوى العالم، منها الدوري السعودي بجانب مسابقتي الدوري الأوروبي ودوري المؤتمر.

وتٌلعب 4 لقاءات اليوم ضمن منافسات الدوري السعودي، وعلى رأسها قمة النصر أمام اتحاد جدة الذي يضم الثنائي المصري طارق حامد وأحمد حجازي.

ويأمل فريق النصر لمحو آثار الهزيمة التي تلقاها على يد الاتحاد في نصف نهائي كأس السوبر بنتيجة 3-1.

كما تٌلعب منافسات جولة الذهاب من دور الـ16 ببطولة الدوري الأوروبي والتي تشهد عدة مباريات قوية منها ريال بيتيس أمام مانشستر يونايتد، وكذلك آرسنال أمام سبورتينج لشبونة. مواعيد مباريات اليوم الخميس 9-3-2023 والقنوات الناقلةمواعيد مباريات الدوري السعودي

الاتفاق أمام الوحدة وتنطلق المباراة في تمام 03:00 عصرا بتوقيت القاهرة، 04:00 عصرا بتوقيت السعودية، وتُذاع عبر قناة SSC1 HD.

الباطن أمام الخليج وتنطلق المباراة في تمام 03:00 عصرا بتوقيت القاهرة، 04:00 عصرا بتوقيت السعودية، وتُذاع على SSC extra1 HD.

اتحاد جدة ضد النصر وتنطلق المباراة في تمام 07:30 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:30 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على SSC1 HD.

الشباب أمام الفيحاء وتنطلق المباراة في تمام 07:30 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:30 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على SSC1 HD. مواعيد مباريات الدوري الأوروبي

سبورتينج لشبونة أمام أرسنال وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 1 HD Premium.

يونيون برلين أمام سانت جيلواز وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 3 HD Premium.

روما ضد ريال سوسيداد وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 2 HD Premium.

باير ليفركوزن أمام فرينكفاروزي وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 1 XTRA HD.

ريال بيتيس أمام مانشستر يونايتد وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 1 HD Premium.

شاختار دونيتسك أمام فينورد وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports HD Xtra 1

إشبيلية أمام فنربخشة وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 3 HD Premium

يوفنتوس ضد فرايبورج وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports 2 HD Premium مواعيد مباريات دوري المؤتمر الأوروبي

آيك لارنكا القبرصي أمام وست هام وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة  beIN Sports HD Xtra 2

أندرلخت ضد فياريال وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة  beIN Sports HD 2 English

شيريف تيراسبول أمام نيس وتنطلق المباراة في تمام 07:45 مساءً بتوقيت القاهرة، 08:45 مساءً بتوقيت السعودية، وتذاع عبر beIN Sports HD 2

ليخب بوزنان البولندي ضد يور جوردين السويدي وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports HD 2.

بازل أمام سلوفان براتيسلافا وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتذاع عبر قناة  beIN Sports HD 3 English

جينت البلجيكي ضد إسطنبول باشاك شهير وتنطلق المباراة في تمام 10 مساءً بتوقيت القاهرة، 11 مساءً بتوقيت السعودية، وتُذاع على قناة beIN Sports XTRA 2 HD.

ويمكنكم مطالعة مواعيد ونتائج جميع المباريات لحظة بلحظة عبر مركز المباريات من هنا.

E(L!)eições 2018 – Fernando Haddad: 'Resgataremos os avanços do esporte'

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Se eleito presidente, Fernando Haddad pretende aproveitar o potencial econômico do esporte no Brasil, ampliar a participação popular nas instalações da Rio-2016 e recuperar o que chama de avanços do governo Dilma Rousseff.

Na segunda entrevista do LANCE! com os candidatos, o político do Partido dos Trabalhadores (PT) disse ainda que quer implantar metas de transparência na gestão de clubes e da CBF, e criar um Sistema Único do Esporte para organizar todo o segmento no país.

A publicação acontece em ordem alfabética. Na quarta-feira, vai ao ar a entrevista com Geraldo Alckmin, do PSDB.

LANCE!: Quais são os seus planos para desenvolver o esporte no Brasil, tanto de base quanto de alto rendimento?
Fernando Haddad: A primeira coisa a se fazer é implantar, após amplo debate nacional, o Sistema Nacional do Esporte, estabelecendo quais são as responsabilidades da União, dos estados, dos municípios e das entidades esportivas. Nosso plano de governo aponta para a criação do Sistema Único do Esporte, avançando na identificação das fontes de financiamento dos entes federados para que as responsabilidades sejam cumpridas.

É preciso definir quais as parcerias importantes, qual o papel das escolas, dos clubes, das universidades. Enfim, organizar o sistema e dar um sentido mais planejado às atuações isoladas que vemos hoje.

A experiência dos governos Lula e Dilma mostrou que podemos transformar jovens das mais diversas localidades do país em grandes atletas, como foi o caso de Sarah Menezes, nossa medalhista de ouro no judô em Londres, que saiu de Teresina para ganhar o mundo, ou do Isaquias Queiroz, que aprendeu canoagem no Programa Segundo Tempo em Ibaitaba, na Bahia, e alguns anos depois conquistou 3 medalhas olímpicas no Rio de Janeiro.

Como isso foi feito? Investindo em programas sociais, como o Bolsa Atleta, estimulando uma política de patrocínios e valorizando os profissionais de toda a cadeia do esporte. Vamos recuperar os avanços que nosso esporte começou a conquistar e que foram interrompidos com o golpe de 2016. Para isso, um passo fundamental será organizar o esporte por meio de um Sistema Único.

A edição da Medida Provisória 846 assegurou aumento dos recursos das loterias para o esporte após uma grande mobilização do setor, insatisfeito com os cortes que a MP 841 causaria, devido ao plano do governo federal de priorizar a segurança pública. Se eleito, o senhor pretende mexer na distribuição dessas verbas destinadas ao esporte? Se sim, de que formas?

RelacionadasFutebol NacionalE(L!)eições 2018 – Alvaro Dias: ‘O legado já está, em parte, perdido’Futebol Nacional05/09/2018

“A edição da MP 846 veio para tentar encerrar esse caos (da MP 841), mas no fundo ela foi apenas uma maquiagem no grande corte que foi feito.”

O governo Temer promoveu uma grande confusão no financiamento do esporte brasileiro ao retirar importantes recursos com a edição da MP 841. Foram meses de paralisia, com o setor impedido de investir, gerando um enorme prejuízo aos atletas e profissionais do esporte. A edição da MP 846 veio para tentar encerrar esse caos, mas no fundo ela foi apenas uma maquiagem no grande corte que foi feito. Os recursos que estariam voltando para o financiamento do esporte com a edição da MP 846 foram cortados do orçamento do Ministério do Esporte para 2019, ou seja, dos repasses aos estados e municípios, atingindo os programas sociais e a implantação e reforma de equipamentos esportivos nas escolas e comunidades.

Vamos rever todo o financiamento do setor, exigindo transparência e efetividade nos gastos, priorizando a base do esporte de rendimento, a prática esportiva nas comunidades e o esporte na escola. Precisamos recuperar a política pública de esporte, aproveitando todo o seu potencial na formação de cidadãos.

Em tempos de recessão econômica, como é possível evitar que o país caia em um declínio esportivo? Pretende manter o padrão brasileiro atual de investimentos no esporte?
Nunca se investiu tanto no esporte quanto nos governos do PT. Possuímos um moderno parque esportivo, um dos melhores do mundo. É hora de focar na utilização desses equipamentos, na descoberta de talentos, na ampliação da base esportiva, e isso requer recursos menores dos que os investidos na fase de construção dessa infraestrutura para os megaeventos.

Basta não promover o caos, como o governo Temer fez, que podemos manter um bom padrão esportivo. Com a implantação do Sistema Único do Esporte, vamos otimizar os investimentos. Os municípios serão a base do esporte educacional e inclusivo, os estados vão investir na formação de atletas, com centros de especialização, e a União ficará com o alto rendimento. Desta forma, potencializaremos os recursos, não sobrepondo investimentos.

A CBF esteve envolvida nos últimos anos em uma série de escândalos de gestão. Ex-dirigentes já foram banidos do futebol e até presos. Que avaliação faz da atual diretoria? O governo deve intervir na gestão do futebol e da entidade? Se sim, de que forma?
A autonomia da organização esportiva do país está definida no inciso I do artigo 217 da Constituição Federal. Essa autonomia, porém, não pode ser utilizada para acobertar maus feitos.

“Não é possível que nossa principal cadeia econômica de lazer perca tanto espaço no cenário internacional. O futebol tem que ser concebido como uma potente âncora econômica.”

O futebol será nossa grande prioridade. Nosso Plano de Governo prevê o lançamento, via BNDES, de um Programa de Modernização da Gestão do Futebol, que vinculará investimentos em modernização da gestão dos clubes, bem como todos os incentivos fiscais, ao cumprimento de metas como eficiência e sustentabilidade financeira, transparência na gestão, mecanismos de participação dos sócios e torcedores, e compromisso social.

Para que isso ocorra, os clubes que fizerem opção pelo programa de modernização financiado pelo BNDES deverão exigir que suas entidades representativas pactuem, sejam solidárias, com as medidas modernizantes descritas acima. Vamos garantir que o Profut, criado pela Lei 13.155, do governo Dilma, saia do papel, e vamos fortalecer, inclusive do ponto de vista da fiscalização, a Autoridade Pública de Governança do Futebol.

Não é possível que nossa principal cadeia econômica de lazer perca tanto espaço no cenário internacional. O futebol tem que ser concebido como uma potente âncora econômica, capaz de gerar e distribuir riquezas. Isso exige do Brasil uma formulação de política de Estado.

O que acha da atuação do Ministério do Esporte? Pretende manter o investimento em planos de incentivo direto aos atletas, como o Bolsa Atleta?
​O Ministério do Esporte precisa recuperar o protagonismo que teve até 2016. Não podemos abrir mão de formular os rumos do esporte nacional, ficando à deriva, sem um rumo estratégico.

O processo de dar mais responsabilidades aos atletas é um caminho sem volta. O Bolsa Atleta é uma das ferramentas mais importantes para isso. Muitos atletas, alguns deles medalhistas olímpicos, só puderam se desenvolver graças ao Bolsa Atleta.

“O processo de dar mais responsabilidades aos atletas é um caminho sem volta. O Bolsa Atleta é uma das ferramentas mais importantes para isso”

Vamos promover um balanço desses mais de 10 anos do programa e ver como aperfeiçoá-lo. Uma questão importante é ver como o programa poderia ser mais efetivo nas categorias de base. Uma das grandes dificuldades do atleta é justamente nos primeiros passos do esporte de rendimento, quando os grandes resultados ainda estão distantes e o patrocínio privado é quase inexistente. Por isso que o Sistema Único de Esportes é tão importante, já que define os papéis dos entes federados e estabelece de quem é a responsabilidade em todas as fases da formação do atleta.

Em um eventual governo seu, o Ministério do Esporte ficará a cargo de uma pessoa com forte conhecimento sobre o assunto ou utilizada em barganha?
Nenhum Ministério será utilizado como barganha no meu governo. Todos os ministros e ministras deverão ser lideranças com conhecimento técnico das respectivas áreas de atuação. Com um nome competente e experiente, vamos fortalecer o Ministério do Esporte, reforçar o quadro de servidores concursados e a sua capacidade de coordenar estrategicamente o sistema esportivo brasileiro.

O governo federal é responsável pela gestão de boa parte das instalações utilizadas nos Jogos Rio-2016, por meio da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO). Como pretende administrá-las e que medidas tomará para que a população e os atletas do país usufruam do legado do megaevento? A AGLO será mantida caso seja eleito?
O Parque Olímpico da Barra é de propriedade da cidade do Rio de Janeiro, que repassou atribuições para o Ministério do Esporte. Vamos promover o diálogo com a prefeitura para melhorar a utilização de suas instalações. A grande vocação do Parque é se estabelecer como um Centro de Treinamento de padrão internacional, unindo serviços aos atletas, ciência, tecnologia e educação, envolvendo as Confederações esportivas e as Universidades brasileiras, que têm grandes contribuições a dar ao desenvolvimento do esporte. Tudo isso incentivando a maior utilização pela população.

O Parque Olímpico de Deodoro, que fica em uma área muito carente de equipamentos públicos, é uma parceria com o Exército Brasileiro, uma das instituições de maior relevância na história do nosso esporte e da educação física no Brasil. Precisamos intensificar muito as atividades em Deodoro e incorporar as excelentes instalações da Universidade da Força Aérea a um grande programa esportivo social para a população dessa região.

Milhares de jovens poderão ter uma melhor perspectiva de vida por meio de programas sócio esportivos. E as Forças Armadas já têm larga experiência nesses programas, graças ao Projeto Forças no Esporte, uma parceria entre o Ministério do Esporte e o Ministério da Defesa. É a partir dessa visão que vamos avaliar qual o melhor desenho institucional para a gestão do legado dos Jogos Olímpicos.

Quais são seus planos para evitar que o legado da Copa do Mundo de 2014 seja abandonado?
Precisamos entender o esporte como uma grande cadeia produtiva. Um setor da economia capaz de gerar milhares de empregos e que congrega muitas pequenas e médias empresas que precisam de apoio para se desenvolverem.

Temos casos de grande sucesso com a gestão das novas arenas. O público que comparece ao Allianz Parque, à Arena Corinthians, ao Beira-Rio, ao Castelão, à Arena do Grêmio, é muito maior do que o que ia aos velhos estádios. Mesmo onde houve problemas, como no Maracanã, nos impressiona a quantidade de público presente. É uma importante tendência, que ainda precisa se desenvolver mais. Ganhamos em segurança e conforto. E isso vai refletindo na qualidade do espetáculo e nas receitas dos clubes.

Alguns estados tiveram fragilidades em seu plano de utilização futura das arenas. O governo federal vai ajudar esses estados a pensar novas maneiras para aproveitar as infraestruturas construídas para a Copa. Sempre em parceria com o poder local.

Mas o legado não é só físico. Vamos retomar o projeto da “Universidade do Esporte”, com foco no Futebol, desenvolvido em parceria com a Universidade Fluminense, no governo Dilma, como legado da Copa do Mundo e das Olimpíadas, onde cursos de graduação e pós-graduação foram desenvolvidos para a formação de gestores, tanto para o futebol, como para os esportes. Infelizmente esse projeto foi abandonado pelo governo Temer. Vamos retomá-lo e recuperar o debate do legado esportivo como mudança da nossa cultura de gestão, tanto dos esportes olímpicos, como do futebol.

O governo brasileiro vem “socorrendo” clubes financeiramente em medidas como o Profut. O que acha do programa? O seu governo dará suporte aos clubes do país? De que formas?
O futebol brasileiro é uma atividade privada de dimensões gigantescas, se considerarmos todos os profissionais envolvidos direta e indiretamente nas muitas atividades para preparação e realização dos jogos e competições. Atletas, equipes técnicas, fisiologistas, nutricionistas, profissionais da área médica e odontológica, operadores do espetáculo, operadores da segurança, do transporte, do comércio de alimentos e bebidas, da cobertura de mídia e, claro, os torcedores – nos estádios ou acompanhando através das diversas mídias. Milhões de pessoas.

Toda essa cadeia tem uma importância enorme na geração de empregos e de recursos. Importantíssimo para a economia e relevante na cultura do país. É necessário sempre buscar as melhores soluções, colaborando para resolver ou mitigar problemas e estimular as oportunidades.

Investir na melhoria da gestão e na formação dos profissionais é um dos pontos que com certeza deve ser objeto de atenção do governo. Como dissemos, nosso plano de governo prevê o lançamento via BNDES de um Programa de Modernização da Gestão do Futebol, que vinculará investimentos em modernização da gestão dos clubes, bem como todos os incentivos fiscais ao cumprimento de metas específicas.

O Profut foi um avanço nesse sentido. Ele se propôs a mudar o paradigma do financiamento das dívidas tributárias dos clubes, exigiu contrapartidas eficazes e modernizantes, buscou a sustentabilidade na gestão dos clubes. A Autoridade Pública era o grande instrumento de fiscalização do Estado brasileiro. Infelizmente nada disso saiu do papel no governo Temer, e o futebol brasileiro perdeu anos preciosos para sua modernização.

Vamos tratar o futebol como âncora econômica fundamental para o nosso país e, portanto, merecedor uma política governamental para voltar a ser competitivo como produto no mercado internacional.

“O futebol é a maior prática esportiva no Brasil, com o maior número de instalações, e continua sendo uma prática quase exclusivamente masculina.”

A partir de 2019, clubes que não tiverem um plantel de futebol feminino não poderão disputar a Libertadores. Acha que essa medida é um incentivo eficaz para o desenvolvimento da modalidade no país? Em um eventual governo seu, os esportes olímpicos e o futebol feminino terão alguma atenção?
Sim, claro. Nossa mais importante atleta do futebol feminino (Marta) pode ganhar este ano pela sexta vez o prêmio de melhor do mundo. Em países como Alemanha, Suécia, Noruega, o futebol feminino cada vez tem mais importância e sucesso. Na Inglaterra, ganha a atenção e investimentos dos grandes clubes da badalada Premier League.

Além disso, o Diagnóstico do Esporte Brasileiro, realizado pelo Ministério do Esporte, apontou um enorme problema de equidade na prática esportiva brasileira. O futebol é a maior prática esportiva no Brasil, com o maior número de instalações, e continua sendo uma prática quase exclusivamente masculina. Qual o resultado? Uma pequena participação das meninas na prática esportiva, com consequências que podem chegar a prejudicar a saúde e a qualidade de vida das mulheres. Promover o futebol feminino é, portanto, imprescindível para que possamos ampliar a participação das mulheres no esporte.

Por tudo isso, nosso Plano de Governo prevê um forte apoio à estruturação do futebol feminino em todos os níveis. Importante lembrar que já no Profut prevíamos, como contrapartida para o financiamento das dívidas dos clubes, a organização de equipes femininas. Portando, nosso apoio ao futebol feminino é um pressuposto para uma política de governo para a reorganização e fortalecimento da cadeia produtiva do futebol.

QUEM É ELE
Nome completo: Fernando Haddad (PT)
Nascimento: 25/01/1963 – São Paulo
Vice: Manuela D’Ávila (PCdoB)
Coligação: O Povo Feliz De Novo – PT – PROS – PCdoB
Ocupação declarada:Professor de Ensino Superior
Valor em bens declarados:R$ 428.451,09

NO ESPORTE
Time de coração: São Paulo
Ídolo no esporte: Não respondeu

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